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Orientador(es)
Resumo(s)
Nos últimos 30 anos a República Popular da China tem vindo a realizar um fantástico processo de desenvolvimento e crescimento económico. Graças às reformas iniciadas por Deng Xiaoping no final da década de 70 do século passado o gigante comunista conseguiu passar de um país pobre e isolado para uma potência mundial e, desde 2011, a segunda economia mundial.
Esta ascensão económica tem sido acompanhada por um regresso da China à linha da frente da política nacional. Por um lado, isto é a consequência do óbvio aumento de necessidades da economia chinesa, por outro, é uma tentativa de recuperar o estatuto que o Império Milenar havia perdido com o “Século de Humilhação”. A primeira consequência desta nova realidade é um aumento da desconfiança dos seus vizinhos para com a RPC, particularmente aqueles que historicamente pertenceram à esfera de influência chinesa.
E à medida que o poder chinês aumenta entra em rota de colisão com os interesses de outra superpotência presente na região, os EUA. O poder hegemónico mundial está presente na região desde o fim da Segunda Guerra Mundial e dispõe de uma extensa rede de alianças e interesses que acabam inevitavelmente por restringir a acção da China. Cabe às duas maiores economias mundiais decidirem de que maneira se irão relacionar no futuro e como adequarão o sistema internacional a uma nova realidade.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais
Palavras-chave
Crescimento económico Esfera de influência Relações económicas Pontos de tensão Alteração do sistema internacional
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
