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| tese | 517.76 KB | Adobe PDF | ||
| anexo | 23.08 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente investigação, enquadrada na área interdisciplinar dos Estudos de Género,
procura compreender de que forma é que o arquétipo da princesa está presente no
processo de socialização das meninas e das mulheres e que impacto tem na construção
da feminilidade, nomeadamente no que diz respeito às concepções sobre o amor e às
expectativas amorosas. No processo de construção da identidade de género, em que o
corpo procura marcas e certezas sobre a sua pertença social, as representações e as
imagens culturais, ao transmitirem visualidades valorizadas e identidades reconhecidas,
são espelhos que permitem construir um olhar estético e ético sobre si próprio/a e sobre
os/as outros/as. A figura da princesa surge massivamente nos produtos culturais para a
infância como um modelo de feminilidade, encerrando mensagens e valores sobre uma
maneira de ser e uma maneira de parecer que seduz magicamente as meninas, incidindo
sobre as suas subjectividades. No entanto, esta figura não se reduz unicamente ao
imaginário infantil, aparecendo os seus significados e incidências no quotidiano, nos
meios de comunicação social, na indústria de consumo, nas práticas sociais, na
concepção de amor romântico, cristalizando um modelo de identidade desejável e uma
forma de pensar o amor.
Descrição
Dissertação
de Mestrado em Estudos sobre as Mulheres.
As Mulheres na Sociedade e na Cultura
Palavras-chave
Princesa Feminilidades Género Amor
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
