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Orientador(es)
Resumo(s)
O mote desta dissertação nasce de uma apropriação do título dado por Benjamin ao ensaio sobre Baudelaire, «O poeta na era do capitalismo avançado». Tal como Benjamin, propomos ler a modernidade através da singularidade poética e dos escritos em prosa de Baudelaire. No entanto, o enfoque aqui dado pretende cingir-se ao tédio resultante desse «capitalismo avançado»; tal como actualizar essas considerações e traçar elos que unam os tempos. Encontraremos na modernidade, tal como na actualidade, subjectividades heróicas que negam a totalização desse processo. O dandy, o flâneur, o artista ou o poeta serão a chave pelo qual redescobrimos as potências encerradas na modernidade e através delas avaliamos a lição legada, trilhando novas possibilidades subjectivas para a actualidade. Contra a massa ou o trabalho, propomos a multidão e o ócio; contra a técnica enquanto exploração, o cuidado com o mundo e a necessidade de ligação.
Descrição
Palavras-chave
Trabalho Lazer Tédio Ócio Capitalismo Dandy Flâneur Baudelaire
