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The Silver Sunbeam: Creating images through the photo-reduction of silver on and in glass

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Resumo(s)

Esta tese explora as formas de capturar uma imagem fotográfica em vidro. Foi explorada a ideia tradicional de fotografia em vidro utilizando emulsões de gelatina de prata para a produção de impressões em vidro a partir de antigos slides de filmes familiares realizados em Portugal na década de 1960. Foi utilizada uma emulsão comercial formulada especificamente para superfícies não comuns. A preparação do vidro foi realizada de diferentes formas e foram utilizados vários tempos de exposição para criar diferentes resultados visuais. Em combinação, a fotografia dentro do vidro é explorada na forma de vidro fotossensível. Várias composições de vidro fotossensível com prata foram sintetizadas e os efeitos da exposição a diferentes radiações e da temperatura no desenvolvimento na coloração do vidro foram exploradas utilizando diferentes técnicas, tais como espectroscopia de absorção UV-Vis e medições de colorimetria. Foram obtidos vários vidros que apresentaram um comportamento fotossensível, exibindo uma cor amarela somente após exposição e desenvolvimento de tratamento térmico. Um dos resultados mais relevantes, com maior contraste de cor foi obtido para um vidro com- posto por sílica, óxido de sódio, óxido de zinco e sulfato de prata. A adição de cério como sensibilizante óptico não aumenta a foto sensibilidade nas várias amostras produzidas. Numa das amostras verificou-se que a adição de 0,2% em peso de óxido de estanho, é suficiente para reduzir a prata, sem ser necessário utilizar alguma fonte de radiação, o que não permite no final obter uma imagem. Este vidro também apresenta luminescência visível que ´e reduzida após exposição e tratamento térmico. A luz solar ´e considerada uma boa fonte de exposição, pois meio-dia de exposição é suficiente para obter amostras com uma cor amarela escura após o tratamento térmico por 1 hora a 600°C. O efeito da adição de halogenetos ás composições também é explorado e pode influenciar a foto sensibilidade de alguns vidros. Descobriu-se que a adição de iões brometo ao vidro com ´oxido de estanho reduz o efeito de redução da prata pelo estanho e dá origem tons mais avermelhados. Foram utilizadas diferentes máscaras para criar imagens fotográficas. O protetor solar e um marcador preto permanente são particularmente eficazes e são uma opção interessante para expressão artística. Através destas duas interpretações da fotografia em vidro, são alcançados efeitos visuais muito diferentes; embora a foto-redução da prata como mecanismo de produção de imagem seja comum a ambos, a forma que a prata assume e o ambiente circundante têm um grande impacto no resultado final. Finalmente, são exploradas formas de combinar estes dois métodos de produção artística. O uso de vidro fotossensível para adicionar cor e longevidade mais significativa a uma imagem é uma adição valiosa aos detalhes de granulação fina obtidos com emulsões de gelatina de prata em vidro. Olhamos para a ideia de ‘recolorir’ imagens antigas à mão com o uso de um marcador permanente para adicionar detalhes no vidro fotossensível antes de imprimir a imagem fotográfica por cima com emulsão. Dar uma forma física sólida a fotografias antigas, especialmente numa época em que as fotos muitas vezes só existem digitalmente, pode ser incrivelmente significativo e, através da combinação destes dois métodos, é possível criar peças com um sentido mais profundo de propósito e apreciação.
This thesis explores the ways of capturing a photographic image with glass. The traditional idea of photography on glass using silver gelatin emulsions is explored with the production of glass prints from old family film slides taken in Portugal in the 1960s. We use a commercial emulsion specifically formulated for unusual surfaces and experiment with di↵erent ways of preparing the glass and varying exposure times to create di↵erent visual results. In combination, the science of photography inside glass is explored in the form of photosensi- tive glass. Batches of photosensitive glass are synthesised with silver and the e↵ects of exposure and development temperature on the colouration of the glass are explored using UV-Vis ab- sorption spectroscopy and colorimetry measurements. Photosensitive glasses are successfully produced, exhibiting a yellow colour only after exposure and development heat treatment, and one composition is found to be particularly good. The glass is composed of silica, sodium oxide, zinc oxide, and silver sulphate. The addition of cerium as an optical sensitiser is not found to enhance the photosensitivity. A similar glass with the addition of 0.2 wt% of tin oxide is found to su↵er from ‘warming-in’ of the colour without exposure. This glass is also found to exhibit visible luminescence which is reduced after exposure and development heat treatment. Sunlight is found to be a good exposure source, with half a day of exposure sucient to give a dark yellow colouration upon development heat treatment for 1 hour at 600°C. The e↵ect of adding halides to the compositions is also explored and found to impact the photosensitivity of some glasses. The addition of bromide ions to the tin-oxide-containing glass is notably found to reduce the ‘warming in’ e↵ect and produce more reddish tones. Di↵erent masking materials are experimented with to create photographic imagery. Sun cream and a black permanent marker are found to be particularly e↵ective and present interesting opportunities for artistic expression. Through these two interpretations of glass photography, vastly di↵erent visual e↵ects are achieved; whilst the photo-reduction of silver as the image-producing mechanism is common to both, the form the silver takes and its surrounding environment has an immense impact on the final result. Finally, ways of combining these two methods for art-making are explored. The use of photosensitive glass to add colour and more significantly longevity to an image is a valuable addition to the fine-grained detail achievable with silver gelatin emulsions on glass. We look at the idea of ‘recolouring’ old images by hand with the use of a permanent marker to add detail in the photosensitive glass before printing the photographic image on top with emulsion. Giving a solid physical form to old photographs, particularly in an age where photos so often only exist digitally, can be incredibly meaningful, and through the combination of these two methods it is possible to create pieces with a deeper sense of purpose and appreciation

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