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Orientador(es)
Resumo(s)
O estudo que se segue, embora não seja o mais detalhado como exige a reflexão filosófica mais profunda, tomou parte nas reflexões pessoais e em grupo durante o período da prática de ensino supervisionada na escola parceira que culminou num resumo no qual exponho uma breve reflexão sobre o capítulo “A Crise na Educação” da obra “Entre o Passado e o Futuro” de Hannah Arendt. Pretende reflectir, deparando-me com algumas situações, tanto a observação das aulas lecionadas pela orientadora de estágio e do colega que me acompanhou, tanto pelas que eu próprio lecionei sobre a existência de um choque mais ou menos vincado entre os valores ensinados em casa e os conteúdos programáticos do programa de filosofia do ensino secundário. Não que os próprios fossem necessariamente incompatíveis, mas a abordagem por mim utilizada para os lecionar bem como a abordagem do meu colega e da nossa orientadora, suscitaram na relação de diálogo professor-aluno. Esta realidade começou logo no início do ano lectivo quando lecionei as aulas de filosofia da religião nas quais alunos de diferentes crenças religiosas entravam em conflito com os autores católicos citados no manual, bem como em aspetos pedagógicos a nível de conduta entre casa e o ambiente escolar. Todos estes aspectos levaram-me a refletir um pouco sobre a temática da crise na educação, baseando-me no texto da autora acima mencionada e que descrevo nas seguintes páginas da primeira parte, de uma forma não tão aprofundada como exigiria um trabalho exclusivamente científico.
Descrição
Palavras-chave
Ensino Filosofia Hannah Arendt
