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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Amadeo
de
Souza-‐Cardoso
é
commumente
incluído
em
capítulos
sobre
a
revista
Or-‐
pheu
fundada
por
Fernando
Pessoa
e
Mário
de
Sá-‐Carneiro.
Contudo,
a
integração
do
pintor
na
historiografia
de
Orpheu
não
foi
revista,
nem
expandida.
À
medida
que
apro-‐
fundamos
a
leitura
de
historiadores,
como
José-‐Augusto
França,
apercebemo-‐nos
de
que
o
papel
desempenhado
pelo
pintor
na
revista
se
torna
contraditório.
Por
um
lado,
Amadeo
de
Souza-‐Cardoso
é
o
maior
representante
da
pintura
no
grupo
de
Orpheu
(ultrapassando
Guilherme
de
Santa-‐Rita,
que
efectivamente
publicou
quarto
hors-‐
textes
na
revista
modernista).
Por
outro
lado,
Amadeo
vê-‐se
votado
a
um
isolamento
em
Manhufe
que
parece
dificultar
o
contacto
com
os
projectos
em
ebulição
em
Lisboa.
Nesta
dissertação,
focar-‐se-‐ão
os
mecanismos
favoráveis
à
associação
de
Amadeo
de
Souza-‐Cardoso
ao
grupo
de
Orpheu
(o
discurso
de
Almada)
e
os
discursos
que
colocam
em
risco
tal
integração
(o
movimento
sensacionista
de
Pessoa
baseado
em
hierarquias
artísticas).
O
projecto
consolida-‐se
através
da
convocação
das
obras
de
Amadeo
para
as
discus-‐
sões
literárias
e
pictóricas
potenciadas
pela
revista
Orpheu.
Deste
modo,
investe-‐se
quer
na
reavaliação
e
no
desenvolvimento
dos
estudos
comparatistas
anteriores,
quer
no
distanciamento
de
abordagens
estritamente
biográficas
ou
documentais
que
podem
ter
bloqueado
tentativas
de
comparação.
Descrição
Palavras-chave
Amadeo de Souza Cardoso Orpheu Almada Negreiros Fernando Pessoa Historiografia Historiography
