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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O artigo analisa as inúmeras produções imagéticas sobre as Missões Jesuítico-Guarani, com especial destaque para as ruínas de São Miguel (RS). Em primeiro lugar, examino como aquelas estruturas foram construídas, inclusive através de processos patrimoniais, enquanto “plano”, isto é, como visualidade do poder colonial no sentido de fomentar imagens positivas do Estado-Nação e, atualmente, de uma sociedade multicultural. Num segundo momento, exploro a realização de filmes por Mbya Guarani sobre as Missões e a sua história e cultura enquanto “contraplano” àquela produção de imagens. Por fim, defendo que, para este povo, as categorias cinema e património encontram ressonâncias produtivas nos modos de ser e conhecer o cosmo e que, por isso, estão para além de uma “guerra de imagens”, constituindo um “plano sem plano”.
Descrição
UID/ANT/04038/2013
Palavras-chave
Visualidade Cinema indígena Património Missões Jesuítico-Guarani Mbya Guarani
