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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A ausência ou a fraca capacidade de resposta do planejamento urbano associado ao crescimento demográfico teve como consequência a expansão urbana desordenada na maioria das grandes cidades. Assim, a problemática intensifica-se no quesito da mobilidade urbana com cidades dispersas e orientadas para o transporte individual motorizado, o automóvel. Entretanto, esse fator tem sido posto em discussão nos ultimos anos com a necessidade das cidades desenvolverem práticas sustentáveis, como a compactação urbana, incentivando a mobilidade ativa e a integração intermodal de transportes públicos de acordo com as diretrizes estabelecidas no Transit Oriented Development (TOD)1.
Para um bom funcionamento do TOD, as interfaces de transporte devem obedecer a determinados critérios, tanto internamente, quanto em sua envolvente, principalmente no que diz respeito ao uso e ocupação do solo. Assim, a interface poderá atuar como um polo estruturador que promova mobilidade e acessibilidade, atuando como uma centralidade no âmbito dos transportes. Desse modo, a interface de transporte deverá funcionar como um “nó” estruturante que atua em um eixo de mobilidade que contém outros “nós”.
Dessa forma, esse trabalho propôs a análise de Interfaces de Transportes e os Territórios envolventes a esse equipamento, e posteriormente fez um estudo comparativo entre duas cidades: Recife e Lisboa. Essa análise teve como base as orientações metodológicas do modelo TOD, assim como do modelo ABC, para estudar a interface e toda a zona envolvente a esta. Por conseguinte, foi possível identificar aspetos a serem melhorados em relação a eficácia da interface de transporte e sua envolvente, assim como compreender os possíveis atores envolvidos no processo de planejamento e desenvolvimento da interface analisada bem como seu entorno.
Descrição
Palavras-chave
Mobilidade sustentabilidade análise TOD interface de transporte centralidade
