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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com um dos maiores potenciais hidrelétricos do mundo, o Brasil conta com a energia
hidrelétrica como matriz principal para geração de energia elétrica. Essa política acarreta
fortes impactos sociais e ambientais nas regiões inundadas pela implantação dos lagos das
barragens que servem para a contenção de água, artifício necessário para a geração de
energia pelas unidades hidrelétricas. As populações atingidas pelas barragens são levadas a
migrações compulsórias, deixando suas terras e muitas vezes a sua cultura. O objetivo deste
estudo é analisar de que forma ocorreu a migração das populações atingidas pela
implantação das Hidrelétricas brasileiras de Tucuruí, no norte do Brasil, e a de Itá, no sul do
país. Analisa, também, a política de indenização por desalojamento, o encaminhamento
destas populações e de que forma se organizam os movimentos de resistência à política de
alagamento. A metodologia foi desenvolvida a partir de uma análise qualitativa bibliográfica,
recolhida em livros, em estatísticas e relatórios de instituições governamentais e nãogovernamentais,
como a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), as Centrais Elétricas
do Sul do Brasil S.A. (ELETROBRÁS), as Centrais Elétricas do Norte do Brasil (ELETRONORTE)
e World Comission on Dams (WCD) e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB),
dentre outros documentos sobre os projetos de desenvolvimento de barragens no Brasil e
no mundo.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau
de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais – Especialização em Globalização e
Ambiente
Palavras-chave
Migrações forçadas Barragens Populações atingidas por barragens Indenizações
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
