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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A linguagem escrita possui uma dimensão social que a escola, como formadora de
futuros cidadãos, não pode ignorar. Mais do que um meio de comunicação, a escrita
constitui uma forma de participação social e de criação estética.
Face a este contexto, surge a necessidade de implementar nas escolas a cultura de
uma pedagogia de escrita, associada a situações de prazer e de reforço da autoconfiança,
que passe por um plano de intervenção específico e um treino intencional, sistemático,
progressivo e faseado.
Para aprender a escrever é preciso escrever e refletir sobre a escrita e as suas
finalidades. É preciso entender a escrita como um processo que implica reflexão e
conhecimento sobre as suas componentes: planificação, textualização e revisão.
Este trabalho teve como objetivo investigar em que medida o ensino da escrita
contribui para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da produção textual dos alunos e
centra-se na discussão de como as práticas em sala de aula e a atitude do professor de
língua portuguesa são basilares neste processo.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do
grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem na Criança, área de
especialização em Educação e Ensino da Língua
Palavras-chave
produção textual Processo de escrita Ensino da escrita
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa ; Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Setúbal
