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Orientador(es)
Resumo(s)
Esta dissertação pretende ser um contributo para o estudo das relações
existentes entre Tradução, Imprensa e Poder. O seu propósito é investigar se um
determinado contexto político de chegada ‐ situado em Portugal no início dos anos 60
do século XX ‐ influenciou de facto a forma como a tradução de discursos políticos
exteriores foi apresentada pela imprensa.
O enquadramento deste estudo é dado pelas características do referido
contexto de chegada, onde vigorava o regime ditatorial do Estado Novo, apoiado numa
Censura oficial e omnipresente, e pelos dois discursos escolhidos, que têm em comum
o facto de serem anglófonos e o facto de fazerem referências ao colonialismo e à autodeterminação
dos povos. Estes temas, de grande visibilidade internacional, tornaramse
num assunto sensível à sobrevivência do próprio regime a partir dos anos 60.
O objectivo do trabalho é assim provar que, para defender a sua integridade, o
regime encontrou formas de interferir na tradução, nomeadamente através dos seus
mecanismos censórios, pelo que procurará identificar evidências de manipulação ou
constrangimento da tradução, a presença de estratégias tradutórias específicas e a
utilização de estruturas discursivas reveladoras de intencionalidade. Para tal, recorre a
autores como Christina Schäffner, Susan Bassnett, Teun van Dijk, entre outros.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção
do grau de Mestre em Tradução ‐ Especialização em Inglês
Palavras-chave
Tradução Discurso político Imprensa Poder Censura
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
