| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.14 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com este trabalho pretendemos compreender o fenómeno da greve e da manifestação pública na Covilhã durante a Segunda Guerra Mundial. Focamo-nos nas greves de Novembro e Dezembro de 1941, que constituem um dos primeiros sinais da grave crise que o Estado Novo terá de enfrentar, regime que até então repousava sobre uma aparente «paz social». Apesar de terem um conteúdo reivindicativo formalmente económico, as greves de 41 revelaram-se, na prática, greves de cariz político, colocando os operários em confronto directo com o governo, sem a mediação dos Sindicatos Nacionais, estruturas que têm uma acção muito limitada na defesa das reivindicações da classe operária durante todo o conflito mundial. Embora consideradas como greves «políticas», a sua organização e condução não terá sido partidária. Como fenómenos explicativos da movimentação da comunidade operária covilhanense serão explorados os antecedentes da luta reivindicativa naquela cidade, que darão conteúdo ao movimento espontâneo a que assistimos no Inverno de 1941.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Contemporânea.
Palavras-chave
Greve Covilhã Lanifícios Segunda Guerra Mundial Estado Novo Operários
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
