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Orientador(es)
Resumo(s)
Esta dissertação pretende analisar o percurso do pintor Adriano de Sousa Lopes como
director do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), de 1929 a 1944. Quando
assumiu a direcção do Museu, Sousa Lopes já manifestara o seu talento artístico numa
vasta produção pictural. É incontornável, por isso, estabelecer a relação entre o director
de um museu de arte contemporânea e o artista que paralelamente criou a sua obra, na
época em que se afirmavam as correntes modernistas em Portugal. Tendo por base o
conhecimento da sua vida e obra e das concepções estéticas que valorizou, procura-se
analisar as principais linhas da sua direcção, sobretudo face à pintura portuguesa do seu
tempo.
Pretende-se, assim, conhecer a evolução do MNAC durante este período e referir os
projectos que existiram para a sua valorização. Com estes objectivos, recorremos ao
arquivo do MNAC, cuja documentação foi analisada sistematicamente e em conjugação
com os arquivos de outras instituições culturais. Três documentos foram essenciais para
observar a uma nova luz a direcção de Sousa Lopes: um manuscrito inédito de 1929,
onde expôs a sua visão sobre a arte contemporânea; o programa (1935) com as linhas
que deveriam orientar a organização e disposição de um novo museu e o anteprojecto
(1943) de um edifício para albergar o MNAC, nunca construído. Estas fontes foram
ainda complementadas com documentação fotográfica, que permitiu reconstituir a sala
do museu dedicada à pintura e escultura “modernista”, inaugurada durante a direcção de
Sousa Lopes.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do
grau de Mestre em Museologia
Palavras-chave
Sousa Lopes Museu Nacional de Arte Contemporânea Estado
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
