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Paisagem - Acção (1960-1970)

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Luísa Salvador Paisagem—Acção (1960-1970).pdf41.92 MBAdobe PDF Ver/Abrir

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Resumo(s)

Nas décadas de 1960 e 1970, o telos da Paisagem é alterado. Na História Ocidental Moderna, a Paisagem surgia através de mecanismos contemplativos. Encarava-se a Paisagem como algo estático e estanque, que era percepcionada passivamente pelo observador. A partir da segunda metade do século XX, no pós-guerra, e mais precisamente nas décadas de 1960 e 1970, surge uma nova forma de encarar a Paisagem, com novos tipos de acções e reflexões a elas associadas. Os artistas passarão de um modo de criação passivo-contemplativo paisagistíco, para agirem fisicamente. Também a própria História da Paisagem será alterada, com a emergência de novas disciplinas e redefinição das antigas, assumindo-se agora como global, plural, transdisciplinar e activa. O presente estudo reúne motivações, visões, opiniões, decisões e registos de várias acções (modernas, pós-modernas e contemporâneas) sobre a Paisagem

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História da Arte

Palavras-chave

Paisagem Território Observador Utilizador Acção Escultura Land art Earthworks Rasto Estrada

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Faculdade de de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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