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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A abertura dos mercados e o incremento da importação de produtos alimentares tem vindo a prejudicar quer o mercado local, quer a sociedade, devido aos custos ambientais, provocados pelas distâncias percorridas entre países, pela perda de oportunidades a nível das economias locais, extinção de variedades tradicionais, alterações da dieta alimentar, alterações na paisagem provocadas pelo abandono da actividade agrícola e agravamento da balança comercial.
Deste modo, foi integrada a componente ambiental nas políticas urbanas para defender a criação de medidas de mitigação dos problemas apresentados, aumentando gradualmente a qualidade de vida dos seres vivos.
A agricultura urbana revela-se assim, em pleno século XXI, como parte integrante do modelo de desenvolvimento da cidade. Deste modo, as hortas urbanas são uma estratégia a nível local e traduzem-se na forma espontânea de utilizar os espaços intersticiais das cidades, contribuindo para o valor estético da paisagem, controlo climático, espaço de recreio e lazer, abastecimento alimentar local e regional.
Oeiras, um território com características marcadamente urbanas, reúne óptimas condições para a prática agrícola, associadas à presença de água e topografia não muito acidentada.
Atendendo a que o futuro das áreas urbanas deverá considerar o aproveitamento dos espaços de agricultura urbana, apresentam-se algumas propostas para o aproveitamento das hortas urbanas existentes no Concelho de Oeiras, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão do Território
Palavras-chave
Planeamento urbano, Sustentabilidade Agricultura Hortas Oeiras
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
