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Orientador(es)
Resumo(s)
Esta dissertação visa analisar, no novo cenário internacional, as acções realizadas,
recomendadas e planificadas pelas organizações internacionais (ONU, NATO, UE e OSCE)
para enfrentar o terrorismo internacional, especialmente no contexto aberto após o 11 de
Setembro de 2001, tanto na sua forma de contestação da estrutura do mundo, como na sua
forma arrogante de terrorismo de Estado. Procura-se defender a hipótese de que o terrorismo
não deve mais ser enfrentado como uma questão de Estado; que deixou de pertencer
exclusivamente ao campo das relações entre Estados; e que ultrapassou as fronteiras
nacionais, por mais que continue a enraizar-se em experiências nacionais concretas e a
encontrar nelas boa parte das suas determinações. Considerando que as questões colocadas
apontam para um objecto de estudo de natureza essencialmente interpretativa, a pesquisa é
qualitativa, enfatizando a descrição e a análise. A metodologia privilegiará: definições
conceptuais e caracterização dos factores que determinam a nova constituição do mundo; a
caracterização do terrorismo como uma ameaça à segurança nacional, por meio da análise de
alguns conceitos de terrorismo e de alguns actos terroristas que mais marcaram a última
década; e a análise das funções e competências das organizações supranacionais (ONU,
NATO, UE e OSCE) no combate ao terrorismo.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos
necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política
e Relações Internacionais, área de especialização em Globalização e Ambiente
Palavras-chave
Terrorismo Sociedade de Risco Organizações internacionais Soberania nacional
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
