| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 654.58 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os primeiros anos da República Popular da China são marcados por uma
procura contínua de protecção da sua soberania e integridade territorial. A política de
“inclinação para um lado”, que direcciona a China Popular na órbita comunista no
conflito bipolar, visa atenuar os receios chineses de uma ameaça externa, representada
fundamentalmente pelos Estados Unidos, cuja presença militar na região asiática neste
período é indiscutível. Com a nova direcção da política externa soviética promovida
pela liderança de Khrushchev, Pequim deixa de contar, de modo inequívoco, com a
protecção militar de Moscovo, assegurada pelo Tratado de Amizade, Aliança e
Assistência Mútua de 1950. O governo chinês afasta-se, então, do bloco comunista
como único meio de legitimação internacional e foca-se na expansão dos seus contactos
internacionais de forma a preservar os seus interesses. Depois de um período em que
insiste no neutralismo como vector estruturante da sua política externa, Pequim inicia
uma fase proactiva e militante na condução dos seus assuntos externos, que vai desde a
Conferência de Moscovo de 1957 até ao fracasso da Conferência Afro-Asiática em
Argel em 1965.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à
obtenção do grau de Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais
Palavras-chave
Relações internacionais República Popular da China Sistema Internacional Guerra Fria Terceiro Mundo Sudeste Asiático Conflito Sino-Soviético Descolonização em África
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
