| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 807.9 KB | Adobe PDF | |||
| 1.54 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este trabalho versa a retenção de pilotos da Força Aérea, tendo sido avaliados os indicadores de retenção, bem como as suas implicações, presentes e futuras. Com o intuito de promover a reflexão em determinadas áreas de actuação, foram analisadas as eventuais causas que podem estar na origem da dificuldade de retenção de pilotos na FAP, propondo-se medidas concretas para as áreas mais relevantes a que a Instituição poderá e deverá responder, de forma decisiva. O actual défice de pilotos na Força Aérea, principalmente ao nível das Esquadras de Voo, é a repercussão do êxodo de pilotos para a aviação comercial que se tem verificado desde há mais de uma década. Este êxodo deve-se a uma multiplicidade de factores conjunturais e contextuais, exteriores à Instituição e, também, a um conjunto de factores institucionais, para os quais a FAP terá de encontrar soluções, a muito curto prazo, para que não se atinja uma situação de ruptura. É fundamental que a tendência dos níveis de retenção de pilotos se inverta e tudo o que se fizer nesse sentido deverá integrar as pessoas, a Instituição e os recursos disponíveis, na tentativa de alargar a satisfação e a motivação profissional ao universo dos pilotos militares. Este será um passo tão difícil quanto decisivo.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Sociologia, na área de Especialização em Sociologia Económica e das Organizações.
Palavras-chave
Forças Armadas Profissionalização Força Aérea Portuguesa Pilotos Mobilidade profissional Incentivos económicos Valores institucionais
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
