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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação é uma análise da produção de espaços
públicos no Parque das Nações, território da Área Metropolitana de
Lisboa onde o modelo urbanístico adotado promove a ocupação
desses espaços sobretudo para lazer. O Parque, resultante de uma
reurbanização despoletada pela Exposição Mundial de 1998
(Expo'98), é considerado a nova centralidade da capital portuguesa.
Analisamos como se dá a organização das ocupações desses espaços
na vida cotidiana e, para tanto, desenvolvemos um conceito analítico
a que chamamos de processos de inclusão e exclusão. O conceito
serve a analisar os recursos e constrangimentos disponíveis às
diferentes formas de ocupação, promovendo algumas e restringindo
outras, colocando algumas nas frentes e outras nos fundos da nova
centralidade lisboeta. Nessa organização, o caráter lúdico e
transitório da ocupação é determinante para os recursos e
constrangimentos que estarão disponíveis ao seu desempenho, em
linha com a promoção da mobilidade e do lazer que marcam o
modelo urbanístico. Assim, o estímulo à pedestrialização para que os
indivíduos voltem a ocupar os espaços públicos é acompanhado de
ambientação lúdica dessa experiência e de seleção das formas de
ocupação. Tal seleção entretanto ocorre de maneira a evitar ferir o
princípio igualitário dos espaços públicos. O surgimento de um
modelo local de orçamento participativo representa, na esfera
institucional, essa mesma preocupação igualitária.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos
necessários à obtenção do grau de Mestre em Sociologia – Área de
Especialização Território, Cidade e Ambiente.
Palavras-chave
Espaço público Parque das Nações Urbanismo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
