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Orientador(es)
Resumo(s)
Tendo em conta que o conceito de representação não figura entre os principais
objectos de reflexão do pensamento político contemporâneo, a presente dissertação
recupera um dos momentos históricos em que a discussão em seu redor foi mais intensa:
a malograda experiência republicana da Alemanha de Weimar (1918-1933). De entre a
vasta bibliografia que então surgiu sobre a questão da representação, a crise do
parlamentarismo, os desafios da democracia moderna e a emergência dos partidos
políticos de massas, destacamos os contributos de três autores: Carl Schmitt, Hans
Kelsen e Gerhard Leibholz. Propomos uma leitura comparativa e devidamente
contextualizada da sua reflexão sobre estes problemas, pretendendo, simultaneamente,
trazer os seus frutos para a discussão contemporânea. Nesse sentido, distinguimos três
eixos analíticos – a relação entre representação e teoria do Estado; as dinâmicas de
tensão entre parlamentarismo liberal e democracia; e o problema dos partidos políticos à
luz da teoria da representação –, a partir dos quais alertamos para aspectos
negligenciados ou insuficientemente problematizados pela teoria política
contemporânea, que, a nosso ver, só pode beneficiar de uma releitura dos autores aqui
estudados.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciência Política e Relações
Internacionais, variante de Ciência Política
Palavras-chave
Representação Parlamentarismo Partidos Democracia
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
