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Orientador(es)
Resumo(s)
A arte cinematográfica, quase desde o seu nascimento, teve necessidade
de se auto-promover, sendo que cada vez mais se pode considerar essa publicitação
uma arte em si mesma.
Mais de metade dos filmes produzidos anualmente fazem parte do cinema
mainstream. Estes, antes de um produto artístico, são um produto que necessita garantir
a sua rentabilidade, sendo essencial salvaguardar e aumentar o número de espectadores.
Os filmes começam a ser anunciados semanas, ou mesmo meses antes
da estreia, criando complexas campanhas publicitárias, garantindo que não
só o público alvo toma conhecimento da existência de determinado filme, mas sim
o maior número de potenciais espectadores - consumidores de filmes.
Os meios para a divulgação são variados, a publicidade televisiva, os sites
(meios de comunicação cada vez mais utilizados), os “tradicionais” trailers,
os outdoors que interpelam até o transeunte mais alheio, ou mesmo as magazines, em
publicações especializadas, ou não. Visto isto, e se a publicidade reconhece o filme
enquanto elemento importante do complexo processo de propaganda, também
o contrário deveria acontecer – algo que só sucede nas maiores industrias da área.
Assim sendo, desenvolve-se neste trabalho uma análise crítica da dupla relação
entre cinema/ marketing, e espectador/ marketing, com base no público do cinema
português, observando e comentando, em paralelo, o envolvente global da indústria
cinematográfica.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Cinema e Televisão
Palavras-chave
Cinema Marketing Público
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
