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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente comunicação pretende sensibilizar, mediante um estudo de caso, para a importância que o património literário e fotográfico de um autor detém na valorização de uma localidade. A vida e a obra de Branquinho da Fonseca (1905-1974), licenciado em Direito, escritor e presencista, ficaram marcadas pelos locais onde viveu. Marvão, onde esteve entre abril de 1935 e dezembro de 1936, como Conservador do Registo Civil, serviu de espaço de inspiração para um conjunto de fotografias e de um conto: ‘O Conspirador’, inserido na coletânea Caminhos Magnéticos, publicada em 1938. A sua leitura permitiu a criação de um itinerário. Seguindo a orientação com que o escritor norteou toda a sua vida, não se pretende ‘cristalizar’ o passado visto que “o que é preciso é que a literatura se entregue à vida” (Fonseca, 1973, p.342) e, por isso, a obra literária e os espaços que a habitam são reinterpretados através do olhar fotográfico e atual do seu neto, Luís Branquinho da Fonseca Soares de Oliveira.
Descrição
UID/HIS/04209/2013
Palavras-chave
Marvão Cultura Património Identidade cultural Branquinho da Fonseca
