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Tapeçaria contemporânea portuguesa e sua origem no feminino

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Este artigo visa apresentar uma pequena reflexão sobre a origem feminina da Tapeçaria Contemporânea Portuguesa (TCP), partindo de uma breve contextualização alicerçada na História da Arte e a sua relação com a questão de Género. Para refletir especificamente sobre o caso da TCP que, desde cedo, teve raízes no associativismo contando com mulheres portuguesas e estrangeiras a residir em Lisboa, precisamos recuar até à fundação do Grupo 3.4.5. – Tapeçaria Contemporânea Portuguesa (1978) e debruçarmo-nos sobre o percurso artístico de Maria Flávia de Monsaraz (1935) e de Gisella Santi (1922-2006). Foram essencialmente estas duas figuras que, num contexto extremamente adverso à afirmação da mulher artista, lançaram as bases do que hoje é aceite, tanto em contexto institucional como académico, como arte têxtil de pleno direito.

Descrição

UID/HIS/04666/2013

Palavras-chave

Arte Têxtil Contemporânea Mulheres Artistas Portugal Género Tapeçaria General Arts and Humanities

Contexto Educativo

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