Orientador(es)
Resumo(s)
se vindo a assistir, através de múltiplas iniciativas e estudos, à consciencialização da sociedade relativamente à problemática da Pobreza e do Ambiente. No entanto, o comportamento individual e colectivo está ainda longe de alcançar com sucesso, a erradicação da pobreza, assim como a sustentabilidade ambiental.
Naturalmente, os pobres são os mais afectados e os que estão em clara desvantagem face aos “não pobres”, dadas as vulnerabilidades a que estão sujeitos. Não pretendemos realizar um estudo sobre a Pobreza em si, ou sobre o Ambiente. Pretendemos sim, analisar, de que forma um bairro pobre (de características estruturais graves), pode ser empoderado (empowerment) através de apoios locais e da cidadania participativa, e assim, melhorar as suas condições de habitabilidade e consequentemente, melhorar a qualidade de vida e conforto ambiental.
É também nosso objectivo abordar a problemática do Ordenamento do Território, dado que muitos dos problemas ambientais que ocorrem no espaço urbano, são resultado da pressão urbanística, deficiente fiscalização1 das entidades governativas (Local e Central), aproveitamento inadequado das suas potencialidades e gestão do espaço de forma desajustada. O resultado da má gestão territorial conduz a inúmeras consequências ao nível da poluição do ambiente, sendo por isso uma ameaça em termos de saúde pública, passível de um crescimento progressivo da mortalidade provocada pelo cancro e doenças respiratórias.
Descrição
Dissertação submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre de: Gestão do Território, especialidade em Ambiente e Recursos Naturais
Palavras-chave
Pobreza Exclusão social Alto da Cova da Moura Ambiente
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
