| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 136.42 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Novo e velho. Dois antónimos constantes nos textos que compõem esta dissertação de
mestrado. O interesse pelo passado e pelo antigo e sua apropriação no presente é uma
marca das elites cultas desde a Antiguidade. Porém, a aproximação da idade
contemporânea e do novo tipo de sociedade, ou civilização, nascida da revolução
industrial criará em redor do documento do passado uma nova aura: “O mundo acabado
do passado perdeu a sua continuidade e a homogeneidade que lhe conferia a
permanência do fazer manual dos homens. O monumento histórico adquire por isso uma
nova determinação temporal. A distância que dele nos separa é, a partir de então,
desdobrada. Ele está acantonado no passado de um passado. Um passado que não
pertence mais à continuidade do futuro e que mais nenhum presente ou futuro virão
aumentar. (…) Desde o Renascimento que as antiguidades, fonte de saberes e prazeres
surgiam (…) como referências para o presente, obras que se podiam igualar ou
ultrapassar. A partir dos anos vinte do século XIX, o monumento histórico é inscrito no
signo do insubstituível: os danos que sofre são irreparáveis e a sua perda irremediável.”
Descrição
Dissertação de mestrado em História da Arte Contemporânea
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
