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Natura semper in se curva – A vinculação a si e a possibilidade de desvinculação segundo Duns Escoto

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Resumo(s)

Está o acontecimento “Homem” votado a ser um empreendimento de maximização ou majoração de si? Está a pessoa humana necessitada a agir de acordo com aquilo que, sempre e de cada vez, se lhe apresenta como a melhor das possibilidades para o preenchimento de si? Ou será que, por outro lado, o acontecimento “Homem” é tarefa em aberto? Será que a pessoa humana é livre de seguir o bem em si («bonum in se»), em detrimento do bem de si («bonum sibi conveniens»)? Esta dissertação terá sempre como plano de fundo tal quadro de problemas. Em diálogo constante com a tradição da natureza curva («natura semper in se curva»), procurar-se-á analisar quais são, segundo Escoto, os moldes da vinculação a si e da possibilidade de desvinculação

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia Geral

Palavras-chave

Duns Escoto, Tomás de Aquino , Anselmo de Cantuária, Bernardo de Claraval, Agostinho Aristóteles Intelecto Vontade Liberdade Natureza humana Natura semper in se curva Antropologia filosófica

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Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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