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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Como não pensar na morte se ela nos confronta, nos encara todos os dias. O
pensar e reflectir sobre a morte não é exclusivo da nossa modernidade. O tema da
fragilidade da vida tem vindo a inquietar o ser humano desde há milénios. Contudo,
deparei-me com um processo em pleno desenvolvimento que me surge como novo e
fascinante. No fundo, uma mudança de paradigma: a dos suportes de memorialização.
Passou-se, então, de estruturas fixas para memoriais virtuais, registos na internet que
pretendem dignificar a pessoa falecida. Assim, primeiramente, tendo como objecto de
estudo estas novas formas de memorialização, pretendo perceber como as mudanças de
atitude em relação à morte influenciaram a forma como foram utilizados, criados e
modificados os suportes para memorialização. Depois, tentarei desvendar algumas
características da nossa sociedade moderna no que respeita o tema da morte para
encontrar as razões que levam a esta mudança de paradigma, sendo que no final me
debruçarei na análise de alguns memoriais e registos virtuais
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciências da Comunicação –
Comunicação Estratégica
Palavras-chave
Morte selvagem/morte domesticada Memoriais virtuais Agenda da vida Recusa Medo Túmulos Cemitérios Individualidade, Imortalidade
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
