| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.45 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os organeiros António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes representam o culminar de uma variante portuguesa da tradição organeira ibérica, observada entre os anos de 1780 e 1820. Embora fossem dois construtores que trabalharam sob uma escola comum, os seus produtos e métodos distinguem-se. A obra de Machado e Cerveira demarcar-se-á na história pela vasta quantidade produzida, cerca de 105 órgãos de tubos construídos ao longo de cinquenta anos. São vários os aspectos que caracterizam o seu conceito produtivo baseado numa aplicação evolutiva da técnica e da estética.
O conjunto de 14 órgãos no arquipélago dos Açores, de sua autoria, corresponde a uma fonte de maior relevo para a compreensão desta obra pelo seu estado físico e existência da variedade formal e cronológica. Por conseguinte, estes instrumentos desempenham o espelho das etapas conceptuais de Machado e Cerveira, representando o gosto sonoro vigente naquele tempo
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciências Musicais – Musicologia Histórica
Palavras-chave
Orgão de tubos António Xavier Machado e Cerveira Açores
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
