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Orientador(es)
Resumo(s)
A Internet, em especial por intermédio das plataformas de redes sociais, tem cada vez mais desempenhado um papel como meio de organização, divulgação e exposição das mobilizações sociais ao redor do mundo. Tem igualmente sido alvo de interesse em estudos académicos, embora a maioria destes adote abordagens fundamentadas em práticas tradicionais. No Brasil, os protestos de junho de 2013 geraram, de certa forma, uma mudança de postura em massa por parte dos brasileiros perante a participação política. Dois anos após as manifestações que marcaram a história do país, os brasileiros foram novamente para as ruas (nos dias 15 de março, 12 de abril, 16 de agosto e 13 de dezembro de 2015) descontentes com a gestão presidencial de Dilma Russeff, com os escândalos de corrupção e com o baixo crescimento económico do país. Neste contexto, propomos um estudo experimental a partir dos Métodos Digitais procurando compreender o 15 de Março através das redes sociais – mais concretamente o Facebook – confrontando as páginas de mobilização direta dos protestos e com uma de teor mais cómico. Para tal, dividimos o artigo em quatro partes: i) o duo movimentos sociais e redes sociais e respetivas relações, debates e percepções de estudo; ii) os protestos no Brasil numa breve contextualização das Jornadas de Junho (2013) e dos movimentos Anti-Dilma em 2015; iii) o guião metodológico; por fim, iv) análise dos resultados.
Descrição
Palavras-chave
15 de Março protestos Anti-Dilma Brasil métodos digitais Facebook
Contexto Educativo
Citação
Editora
SOPCOM - Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação
