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FCSH: ICNOVA - Capítulo de livros nacionais

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  • O espaço dos jovens no jornalismo regional português
    Publication . Ricarte, Élmano; Ramos, Giovanni; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Os meios regionais portugueses, sob a forma de jornais impressos, digitais e rádios locais, possuem espaço para uma nova geração de jornalistas, entre 20 e 29 anos? Onde é que os recém-formados nas faculdades de comunicação possuem espaço para atuarem como jornalistas em Portugal? Este capítulo apresenta um panorama da empregabilidade dos jovens no cenário português no contexto do jornalismo re-gional. A revisão de literatura apontou hipóteses como uma percentagem maior de jovens nas redações de regiões onde há mais ofertas para todos os jornalistas em geral e um espaço maior para esta faixa etária onde há mais jornais com suporte digital. A partir de uma metodologia mista (quantitativa e qualitativa), procurou inquirir-se aos/as diretores/diretoras das redações jornalísticas sobre a presença de jo-vens nos seus locais de trabalho. Comparou-se a quantidade de jornalistas de e até 29 anos presentes nas redações com o mapa dos media regionais portugueses: onde há mais jornais e onde há mais jornais digitais. Ainda que com dificuldade na obtenção de dados sobre os media regionais, as conclusões daí resultantes apontam para um reduzido espaço para jornalistas mais jovens, sobretudo no interior. Verificou-se, além disso, uma associação entre a necessidade de acelerar a transição do jornalismo impresso para o digital de forma a conceder oportunidades aos recém-formados no mercado de trabalho.
  • Veículos de Publicação e Preparação de Submissões para Revistas Científicas
    Publication . Da Silva, Marisa Torres; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
  • A liberdade de imprensa na cultura política do vintismo
    Publication . Baptista, Carla; Ferreira, Ana Carolina Trevisan; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH)
    Este capítulo analisa os argumentos dos deputados das Cortes Constituintes contra e a favor da liberdade de imprensa. O projeto de lei de imprensa foi apresentado em fevereiro de 1821, praticamente abrindo os trabalhos parlamentares (a sessão inaugural ocorreu a 26 de janeiro), e a discussão finalizou em julho, com a promulgação da lei. Através do mapeamento das estratégias argumentativas utilizadas num dos principais debates – ocorrido na sessão de 2 de maio de 1821 – enquadramos a discussão sobre o valor e as perceções acerca da liberdade de imprensa no projeto constitucional do Liberalismo. Este texto presta homenagem à Professora Doutora Isabel Nobre Vargues, uma leitora perspicaz dos jornais vintistas cuja obra académica iluminou parte do caminho que leva à compreensão plena da centralidade da história da imprensa nas dinâmicas políticas, culturais e discursivas do século XIX. Revolução Liberal,
  • Rasgar as fronteiras
    Publication . Flores, Maria Teresa Silva Guerreiro Mendes; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Este texto apresenta a produção fotográfica relacionada com o Arquivo de Fronteiras do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) do Museu de História Natural e Ciência (MUNHAC) da Universidade de Lisboa, em particular os álbuns fotográficos. Partindo dos conceitos de campo e fora de campo, apresenta-se uma problematização sobre o significado destes álbuns e dos arquivos coloniais, numa perspetiva decolonial e tomando como exemplo os dois álbuns da Comissão de Delimitação de Fronteira de Lourenço Marques, 1890-91. This chapter presents the photographic production related to the Archives of Borders of the Institute for Tropical Scientific Research (IICT) of the Museum of Natural History and Science (MUNHAC) of the University of Lisbon, in particular the photo albums. Starting from the concepts of field and out-of-field, a problematization about the meaning of these albums and colonial archives is presented, in a decolonial perspective and taking as an example the two albums of the Commission of Border Delimitation of Lourenço Marques, 1890-91.
  • AZEVEDO, Amélia Cavaleiro Monteiro de Andrade de
    Publication . Cabrera, Ana; Martins, Carla; Instituto de História Contemporânea (IHC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
  • Freedom of the Portuguese press during the transition period in Macau
    Publication . Gomes, Clara Margarida Gonçalves; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    The object of this communication is Freedom of the Portuguese press during the transition period, in Macau from 1987 to 1999. I was a journalist in Macau from 1991 to 2000 (newspapers, radio, television and correspondent of magazine Visão) as well as a Communication Sciences lecturer in the local University (1996-1999). This paper stems from an update of a Master’s thesis pursued for the University of Leicester, UK (2001), never published. The topic was approached in a critical political economy perspective through communication policy research and interviews with editors, journalists and other agents in the communication process. The objective was to understand how the concept of freedom of the press applied locally; to research into private and public policies towards the press; to unveil control and pressure practices coming from political and economic powers and check how these influenced the journalistic practice. I concluded that the transition period created a cultural, political and economical frame that tended to exacerbate the existing tendencies towards press control as well as clashes between press and power. The local government was responsible for most of those constraints, through the control of its own civil servants, through restricting access to sources and distribution of advertising and last but not least, through a patriotic stance that presupposed journalists would be defenders of the national design, even against their professional ethics.
  • Jornalismo português em Macau
    Publication . Gomes, Clara Margarida Gonçalves; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    O objecto deste capítulo é a liberdade de imprensa em Macau durante o período de transição, de 1987 a 1999, com foco na imprensa portuguesa. O tópico foi abordado numa perspectiva crítica de Economia Política dos media, através de investigação de políticas de comunicação e entrevistas com editores, jornalistas e outros actores e agentes no processo de comunicação. Os nossos objectivos foram o entendimento de como o conceito ocidental de liberdade de imprensa se aplica localmente; investigar as políticas privadas e públicas em relação à imprensa; revelar práticas de controlo e pressão provenientes dos poderes políticos e económicos e analisar de que modo estas influenciam a prática jornalística. Concluímos que o período de transição criou um enquadramento político e económico que tendeu a exacerbar as tendências preexistentes para o controlo da imprensa, bem como os choques entre a imprensa e o poder. A administração local foi responsável pela maioria desses constrangimentos através do controlo dos seus funcionários, do controlo no acesso às fontes e da distribuição de publicidade oficial e, por último mas não menos importante, através da disseminação de uma visão patriótica que pressupunha que os jornalistas deveriam ser defensores do desígnio nacional, mesmo contra a sua própria ética profissional. A investigadora foi jornalista em Macau de 1991 a 2000 (imprensa, rádio, televisão, correspondente da revista Visão), bem como docente de Ciências da Comunicação na Universidade de Macau (1996-1999).
  • A COVID-19 e a crise dos Media em Portugal
    Publication . Cádima, Francisco Rui; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    O sector dos media em Portugal e o campo da informação e do jornalismo estão entre as áreas mais precárias do País, agora severamente agravadas no contexto da pandemia e da covid-19. Sabendo-se, inclusive segundo o princípio constitucional, que os media são um pilar verdadeiramente estruturante da experiência democrática, o alheamento dos poderes públicos relativamente aos apoios aos media no contexto da covid-19, é algo extremamente grave deixando profundas preocupações na esfera pública sobre o futuro do escrutínio da coisa pública por parte de um jornalismo plural, rigoroso e independente.
  • Revistas da Monarquia e I República
    Publication . Sousa, Jorge Pedro; Azevedo, Celiana; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); Centro de Investigação em Comunicação, Informação e Cultura Digital (CIC. Digital)
    Como parte do projeto “Para uma História do Jornalismo em Portugal”, financiado pela FCT, este artigo apresenta uma história cronológica e narrativa das revistas de informação geral surgidas em Portugal durante a Monarquia e a I República. Sendo uma temática ainda sub-representada nos estudos de jornalismo, o objetivo deste artigo é contribuir para um maior entendimento deste campo de pesquisa, mais especificamente, das revistas em Portugal. Para isso, realizamos uma análise qualitativa recorrendo a arquivos e discutimos como estas publicações evoluíram ao longo do tempo e como a contextualização histórica e social da época influenciaram estas transformações. Entre as primeiras revistas ilustradas portuguesas de informação geral a orientarem-se mais relevantemente para a cobertura da atualidade no final da Monarquia destacam-se a revista O Ocidente (1878-1915), a Ilustração Universal: Revista dos Principais Acontecimentos de Portugal e do Estrangeiro (1884-1885), a Branco e Negro (1896-1898), a Brasil-Portugal (1899-1914) e a Ilustração Portuguesa (1903-1924) [segunda revista que apareceu com este título em Portugal]. Durante a I República surgiram a ABC — Revista Portuguesa (1920-1931), O Domingo Ilustrado (1925-1927) e a Ilustração (1926-1939). Esse período foi fértil em agitação social e a instabilidade política e as tentativas, por meios legais, mas também por atos violentos, de controlo da imprensa e a crise económica agravada pela I e II Guerra Mundial. Toda essa conjuntura refletiu-se na imprensa, setor sempre sensível à necessidade humana de expressão da opinião e das ideias, particularmente nas sociedades livres. As part of the project “Para uma História do Jornalismo em Portugal”, funded by FCT, this article presents a chronological and narrative history of general information magazines arising in Portugal during the Monarchy and the First Republic. Being a theme still underrepresented in journalism studies, the objective of this article is to contribute to a greater understanding of this field of research, more specifically, magazines in Portugal. For this, we performed a qualitative analysis using archives and discussed how these publications evolved over time and how the historical and social contextualization of the time influenced these transformations. Among the first illustrated Portuguese magazines of general information the most relevant were O Ocidente (1878-1915), the Ilustração Universal: Revista dos Principais Acontecimentos de Portugal e do Estrangeiro (1884-1885), the Branco e Negro (1896-1898), the Brasil-Portugal (1899-1914) and the Ilustração Portuguesa (1903-1924) [second magazine that appeared with this title in Portugal]. During the First Republic emerged the ABC — Revista Portuguesa (1920-1931), O Domingo Ilustrado (1925-1927) and Ilustração (1926-1939). This period was fertile in social unrest and political instability and attempts, by legal means, but also by violent acts, of press control and the economic crisis aggravated by World War I and II. This whole situation was reflected in the press, a sector always sensitive to the human need for expression of opinion and ideas, particularly in free societies.
  • Genealogias da Reportagem
    Publication . Godinho, Jacinto; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); Departamento de Ciências da Comunicação (DCC)
    O que é a reportagem? Tudo na cultura ocidental parece começar com a pergunta: “O que é?”. Uma investigação sobre a reportagem remete-nos por isso, obrigatoriamente, para a pergunta – “O que é a reportagem?” A pergunta abre a angústia da ignorância. Parece que todas as respostas ficarão aquém e serão insuficientes para satisfazer a exigência filosófica da pergunta. Muitos repórteres experimentados, depois de centenas de reportagens já realizadas, não deixariam de ficar angustiados por ter de responder a esta questão que parece simples mas não é O que é isto – a reportagem?. É o que acontece também com a pergunta sobre a felicidade. Do ponto de vista intuitivo da experiência identificamos, sem problemas, o que são momentos de felicidade, mas é mais difícil explicá-la como conceito.