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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este estudo tem como objectivo abordar a fertilidade do “húmus” presente no Homem, precisamente nos momentos em que ele age, cria. Este momento participa de um fluxo respiratório semelhante ao da “entrada” e da “saída” do ar. Ao ar que entra consideramo-lo “matéria-prima” e ao da saída como “obra”.
O trabalho é conduzido por um crescimento: no primeiro e segundo capítulos são enunciadas as principais directrizes: o “húmus-estrume”; a “mulher-inspiração” (que também se pode traduzir na “árvore”) e as implicações que a “vida” tem na “arte.
A partir do terceiro capítulo, aborda-se o estado activo do sonho, como impulsionador da actividade do artista. Pretende-se criar uma afinidade ou um diálogo que atravessa todos os que “criam” e todos os que “desejam” criar. Diálogo este, proporcionado e “sofrido” pelo corpo: “boca;” “ mãos;” dedos;” “cabeça;” “inspiração;” “expiração;” “sonho.” Entende-se que a “estimulação” é feita pela “horizontalidade” ou «escrita horizontal» (Nancy) do criador: o momento de possessão do artista é vertical mas ele cria na horizontal, numa relação com o “subterrâneo”. Após a acção apropriação- criação, a obra que sai do corpo do criador torna-se vertical
Dá-se uma grande atenção aos textos de artistas, «cadernos» (Alberto Carneiro) entrevistas (Louise Bourgeois, MarcelDuchamp) e livros (Herberto Helder e Raul Brandão)
Descrição
Dissertação de Mestrado em Estética
Palavras-chave
Húmus Terra Arte Vida Corpo Mulher Árvore
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
