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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Num território atravessado por Arte e Técnica, a disciplina do design é inevitavelmente impelida para o novo. Mas que tensões e afinidades se manifestam nessa pressão para a inovação? Para pensar este tema parte-se da investigação de Boris Groys sobre o Novo na economia cultural. Para Groys o novo só é possível fora do espaço profano. A convicção de que o design opera nesse mesmo espaço profano, sugere a necessidade de uma questão prévia acerca da especificidade do contexto do design. Propõe-se aqui um contexto que se baseia na distinção entre banal e trivial. À luz destes conceitos revisitam-se incontornáveis questões, porventura não resolvidas, do modernismo e do pós-modernismo no design. Para lá de qualquer categorização histórica ou tipológica, pretende-se pensar o design como projecto moderno. Assim, o design enquanto projecto moderno é, não apenas um meio do homem agir sobre o mundo, mas antes, um meio de agir sobre si próprio. A inovação em design é, por conseguinte, uma oportunidade (ou uma obrigação) de auto-determinação, de auto-desenho, de self-design.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciências da Comunicação
Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias
Palavras-chave
Arte Banal Design Moderno Técnica Trivial
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
