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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O Paço Real de Sintra, monumento secular que sempre marcou a configuração e a
vida da Vila de Sintra, com o golpe de estado de 5 de Outubro de 1910 mudou de
funções, perdendo o seu carácter residencial da Família Real Portuguesa. Passando a ter
a denominação de Palácio Nacional de Sintra, iniciou um novo período da sua vida,
transformando-se progressivamente naquilo que podemos designar actualmente por um
“palácio-museu”. Entre 1910 e 2009 este edifício foi evoluindo como estrutura
museológica, apresentando-se ao visitante de diferentes maneiras ao longo dos últimos
quase cem anos.
Sendo, talvez, o circuito expositivo o aspecto mais visível do modo como o palácio
se entende e se assume perante os públicos, verifica-se que este foi sendo
alterado.Através de diferente bibliografia estudaram-se diversos percursos sugeridos ao
longo das últimas décadas, numa tentativa de perceber e analisar o percurso expositivo
percorrido pelos visitantes nos quatro grandes períodos em que se pode dividir o século
XX e o início do XXI: Monarquia Constitucional, 1.ª república, 2.ª república – Estado
Novo e 3.ª república.
Através da análise de um conjunto de histórias e memórias relacionadas com este
imóvel, o presente trabalho assume-se como um contributo para a fixação de parte da
História mais recente do Palácio Nacional de Sintra, com vista à questionação constante
da evolução de uma instituição museológica como esta.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de
Mestre em Museologia
Palavras-chave
Palácio Nacional de Sintra circuito expositivo
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
