| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.49 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Neste trabalho procedeu-se à recuperação de nanopartículas de prata recorrendo à
ultrafiltração como processo de separação.
Na recuperação de nanopartículas de prata, efectuaram-se ensaios de permeação
com seis membranas, numa célula de ultrafiltração e num módulo membranar, de
modo a identificar quais destas retêm totalmente as nanopartículas. Nestes ensaios
verificou-se que a membrana de ZrO2 foi a que permitiu obter maior permeabilidade por parte da membrana ao fluido (40 l/m2.h.bar).
Realizou-se um estudo de recirculação total, em que se testou a membrana de ZrO2,
e verificou-se que ao longo do tempo, a pressão transmembranar se manteve constante, o que indica estabilidade no sistema; e que a membrana retém totalmente as nanopartículas de prata.
Estudou-se o efeito da velocidade de escoamento através da execução de ensaios
de concentração das nanopartículas de prata, operando com a membrana de ZrO2.
Pode ser concluído que o perfil de fluxos, a permeabilidade e a resistência do bolo
de filtração são aproximadamente constantes para as várias pressões transmembranares testadas.
Aplicou-se a equação de Carman-Kozeny na determinação da espessura dos bolos
de filtração formados nos ensaios de concentração de nanopartículas para
empacotamentos regular e aleatório. Os resultados obtidos permitem concluir que os
bolos formados não reduzem significativamente o fluxo de permeado.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em
Engenharia Química e Bioquímica
Palavras-chave
Recuperação de nanopartículas de prata Ultrafiltração Fluxo Permeabilidade
