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A imagem da China na obra de Maria Ondina Braga "A China fica ao lado"

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Qual a imagem da China na literatura portuguesa contemporânea do século XX? Na área da literatura comparada a palavra imagem é utilizada frequentemente e à sua aprendizagem chama-se estudo de imagem, i.e. imagologia. Neste caso, é estudada a imagem de um país estrangeiro tal como foi descrita na literatura de outro país. O estudo da imagem, segundo a literatura comparada, é um conceito amplo, aborda diferentes áreas do conhecimento, tais como a política, a religião, a filosofia, a filologia, a antropologia e a psicologia, entre outras. O século XX na China é um dos períodos mais tumultuosos de mudança social e de criatividade cultural na história humana. Em 1911, uma tradição de dinastias imperiais durante vários milhares de anos caiu para um grupo de jovens revolucionários que desejavam uma nova direção para o país. Após décadas de guerra, uma fação de revolucionários conhecidos como comunistas chineses, emergiram vitoriosos. No ano de 1949, estabeleceu-se uma “Nova China”, sob um governo que, embora altamente experimental, foi suficientemente estável para durar ao presente. Atualmente é a economia como crescimento mais rápido do mundo, com os valores, organizações e estruturas sociais em rápida mudança. O dinamismo da China continua a ser palpável. Portugal foi o país da Europa que mais cedo teve contacto com a China, além disso, Macau foi colonizado por Portugal há quase 450 anos. Durante muitos anos de contacto e colisão, a China tornou-se inevitavelmente um tema forte na política diplomática e cultural de Portugal.

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Maria Ondina Braga A China fica ao lado

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