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O princípio da política do reconhecimento em Rousseau segundo Charles Taylor

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Resumo(s)

O presente trabalho centra-se na procura de conceitos primordiais da política do reconhecimento de Charles Taylor na filosofia de Jean-Jacques Rousseau. Procura-se assim dar um destaque particular a um dos elementos que, com Immanuel Kant e Georg-Friedrich Hegel, forma a tríade com a qual o autor canadiano constantemente refletiu sobre os temas fundamentais do sentido da modernidade, da ética da autenticidade e do multiculturalismo. Para o efeito, no primeiro capítulo, reunimos as linhas gerais do pensamento de Rousseau que se afiguram relevantes para a temática, nomeadamente, aquelas que sugerem uma relação profunda entre antropologia, ética e política. O segundo capítulo dedicamo-nos à presença da concepção de Rousseau no entendimento Tayloriano da contemporaneidade como a Era da autenticidade, desde logo pela deslocação do acento moral da honra para o domínio da interioridade, a qual implica, ipso facto, a ideia do reconhecimento. No terceiro capítulo, evidenciamos as proximidades e as divergências entre os dois filósofos relativamente a uma política do reconhecimento, e, em particular, no que nesta diz respeito ao jogo entre liberdade, igualdade e diferença.
The present work focuses on the search for primordial concepts of the politics of the recognition of Charles Taylor in the philosophy of Jean-Jacques Rousseau. It is thus sought to give particular prominence to one of the elements that, with Immanuel Kant and Georg-Friedrich Hegel, forms the triad with which the Canadian author constantly reflected on the fundamental themes of the sense of modernity, the ethics of authenticity and multiculturalism. For this purpose, in the first chapter, we summarize Rousseau's lines of thought that are relevant to the theme, namely those that suggest a deep relationship between anthropology, ethics and politics. The second chapter is dedicated to the presence of Rousseau's conception in the Taylorian understanding of contemporaneity as the Age of authenticity, first of all by moving the moral accent of honor to the domain of interiority, which ipso facto implies the idea of recognition. In the third chapter, we show the proximity and divergence between the two philosophers regarding a politics of recognition, and in particular, in what concerns the relationship between freedom, equality and difference.

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Palavras-chave

Reconhecimento Jean-Jacques Rousseau Charles Taylor Autenticidade Multiculturalismo Identidade Igualdade e Liberdade Recognition Authenticity Multiculturalism

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