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Let the soundscape control your body

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Resumo(s)

As soundscapes domésticas, consciente ou inconscientemente, são uma presença constante do nosso dia a dia. A música, como Tia DeNora propõe (2004), pode ser usada como um recurso de produção de sentido em determinadas situações quotidianas, como um aparelho que faz com que tenhamos consciência da situação que está em curso e é mobilizada para produzir cenas e rotinas que constituem a vida social e o quotidiano. Pondo a tocar uma playlist no youtube, ou fechando uma janela conseguimos mudar o ambiente sonoro, alterando assim a soundscape doméstica e criando cenários, modos de atuação e construindo múltiplas e diferentes realidades sendo possível deambular entre elas. Conseguir controlar as soundscapes domésticas é um ato de poder. Partindo de entrevistas narrativas individuais, onde o discurso dos protagonistas aborda questões ligadas à forma como se relacionam com as suas soundscapes pessoais e que servem de base à construção daquilo que Sarah Pink (2009) define como etnografia sensorial vou analisar a forma como estes indivíduos produzem e convivem com as suas soundscapes domésticas, de que maneira as controlam e que ferramentas usam para o fazer. Tentar encontrar resposta para estas questões, mesmo que partindo de casos particulares, pode fornecer pistas de como as soundscapes domésticas podem ser um elemento chave na construção de memórias, emoções, rotinas, realidades e na definição de papéis naquilo a que Erving Goffman (1993) chamou a encenação do eu na vida de todos os dias.

Descrição

UID/EAT/00693/2013

Palavras-chave

Contexto Educativo

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