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ABSTRACT: Several studies showed that HIV-positive youth and adolescents constitute a high-risk group for mental and behavioral disorders worldwide. For young people and adolescents, it is obvious is that mental and behavioral disorders are potentially preventable when properly and timely done. A naturalistic cross sectional, descriptive study was done in Kigali general hospitals. The main objective of this study was to assess the feasibility of mental and behavioral disorders primary prevention for HIV-positive adolescents and young adults through HIV/AIDS services. In total, 112 adolescents and young adults aged between 14 and 25 were interviewed, 58.9% were males while 41.1% were females. Six health care providers and two policy makers were also interviewed. Results from the study shows that among the needs of adolescents and young adults for prevention of mental behavioral disorders, there are; 1) communication and HIV status disclosure properly done to the children and adolescents; HIV disclosure counseling was qualified by all participants as an important component to prevent later mental and behavioral disorders. 2) The majority (66.9 %) of the participants were being followed up in by HIV care and treatment for more than 6 years including 15.2 % who have been enrolled for more than 15 years, continuous medical and psychosocial care were qualified as important element for prevention of mental and behavior disorders. Lack of clear policy and guidelines, lack of trained and specialized staff, limited social support and insufficient skills for family members to support affected youth and adolescents are key identified weakness and threats. Finally, we come up with a model named: “Model for prevention of mental and behavioral disorders among the adolescents and youth infected by HIV”. The model proposes interventions at three levels; 1) policy and guiding documents, 2) clinical practices and 3) family and community involvement.
RESUMO: Diversos estudos demonstraram que jovens e adolescentes HIV positivos constituem um grupo de alto risco para transtornos mentais e comportamentais em todo o mundo. Para os jovens e adolescentes, é óbvio que os transtornos mentais e comportamentais são potencialmente evitáveis quando devidamente e oportunamente feito. Foi realizado um estudo descritivo transversal e naturalista em hospitais gerais de Kigali. O objetivo principal foi avaliar a viabilidade de prevenção primária de transtornos mentais e comportamentais para adolescentes e adultos jovens HIV positivos através dos serviços de HIV. No total, foram entrevistados 112 adolescentes e adultos jovens de 14 a 25 anos, sendo 66 (58,9%) do sexo masculino e 46 (41,1%) do sexo feminino. Seis prestadores de cuidados de saúde e dois responsáveis políticos foram também entrevistados. Os resultados mostraram as seguintes necessidades para a prevenção de transtornos mentais e comportamentais entre os adolescentes e adultos jovens; 1) comunicação e divulgação do status de HIV feitas de forma adequada às crianças e adolescentes. O aconselhamento para divulgação do HIV foi qualificado por todos os participantes como um componente importante para a prevenção de distúrbios mentais e comportamentais posteriores. 2) A maioria (66,9%) dos participantes estavam sendo acompanhados pela assistência e tratamento do HIV há mais de 6 anos, incluindo 15,2% que estavam inscritos há mais de 15 anos. O tratamento médico contínuo e o atendimento psicossocial foram qualificados como elementos importantes que contribuem para a prevenção de transtornos mentais e comportamentais. Falta de políticas e diretrizes claras, a falta de pessoal treinado e especializado, apoio social limitado e competências insuficientes para os membros da família apoiarem jovens e adolescentes afetados são fraquezas e ameaças identificadas. Finalmente, criámos um modelo denominado: "Modelo de prevenção de transtornos mentais e comportamentais entre adolescentes e jovens infectados pelo HIV”. O modelo propõe intervenções em três níveis: 1) políticas e documentos orientadores, 2) práticas clínicas e 3) envolvimento familiar e comunitário.
RESUMO: Diversos estudos demonstraram que jovens e adolescentes HIV positivos constituem um grupo de alto risco para transtornos mentais e comportamentais em todo o mundo. Para os jovens e adolescentes, é óbvio que os transtornos mentais e comportamentais são potencialmente evitáveis quando devidamente e oportunamente feito. Foi realizado um estudo descritivo transversal e naturalista em hospitais gerais de Kigali. O objetivo principal foi avaliar a viabilidade de prevenção primária de transtornos mentais e comportamentais para adolescentes e adultos jovens HIV positivos através dos serviços de HIV. No total, foram entrevistados 112 adolescentes e adultos jovens de 14 a 25 anos, sendo 66 (58,9%) do sexo masculino e 46 (41,1%) do sexo feminino. Seis prestadores de cuidados de saúde e dois responsáveis políticos foram também entrevistados. Os resultados mostraram as seguintes necessidades para a prevenção de transtornos mentais e comportamentais entre os adolescentes e adultos jovens; 1) comunicação e divulgação do status de HIV feitas de forma adequada às crianças e adolescentes. O aconselhamento para divulgação do HIV foi qualificado por todos os participantes como um componente importante para a prevenção de distúrbios mentais e comportamentais posteriores. 2) A maioria (66,9%) dos participantes estavam sendo acompanhados pela assistência e tratamento do HIV há mais de 6 anos, incluindo 15,2% que estavam inscritos há mais de 15 anos. O tratamento médico contínuo e o atendimento psicossocial foram qualificados como elementos importantes que contribuem para a prevenção de transtornos mentais e comportamentais. Falta de políticas e diretrizes claras, a falta de pessoal treinado e especializado, apoio social limitado e competências insuficientes para os membros da família apoiarem jovens e adolescentes afetados são fraquezas e ameaças identificadas. Finalmente, criámos um modelo denominado: "Modelo de prevenção de transtornos mentais e comportamentais entre adolescentes e jovens infectados pelo HIV”. O modelo propõe intervenções em três níveis: 1) políticas e documentos orientadores, 2) práticas clínicas e 3) envolvimento familiar e comunitário.
Descrição
Palavras-chave
Mental Health Adolescents Young People Prevention HIV Saúde Mental Adolescentes Pessoas Jovens Prevenção SIDA Rwanda
