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Orientador(es)
Resumo(s)
No presente estudo foi realizado o levantamento e a caracterização dos adesivos e materiais de preenchimento utilizados em conservação e restauro de cerâmica arqueológica, em quatro museus portugueses, desde a década de 1970. O levantamento, realizado através das fichas de tratamento, revelou que os adesivos mais utilizados foram os epoxídicos e os acrílicos, sendo estes os mais usados
atualmente. A integração volumétrica de lacunas extensas ou estruturais foi feita, e ainda o é, principalmente, com sulfato de cálcio ou resina de poliéster, enquanto que nas pequenas lacunas e linhas de fratura são usadas massas de preenchimento, ou resinas sintéticas misturadas com cargas inorgânicas, ou sulfato de cálcio. A caracterização química foi efetuada por espectroscopia de infravermelho (FTIRATR)
em amostras recolhidas em peças e em embalagens dos produtos comerciais. Os resultados foram comparados e a maioria das amostras recolhidas em peças correspondeu ao tipo de material indicado nas fichas. Os materiais foram caracterizados também por observação visual quanto à cor, dureza e fluorescência sob luz UV. A maioria dos adesivos aplicados em peças apresentam-se rígidos e
quebradiços, enquanto que a alteração de cor é mais percetível em amostras de resinas epoxídicas. Os materiais de preenchimento não apresentam alterações visíveis.
