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Os Capitães das Armadas da Índia no reinado de D. Manuel I – uma análise social

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Resumo(s)

A memória é essencialmente uma coisa que se perde, porque tem por base um invento que decorre num tempo e num espaço fluidos e irrepetíveis. O indivíduo está condenado a perder esse momento e a memória constrói-se a partir dessa perda, esta é a sua essência. Por outro lado, são poucas as memórias que deixam testemunho para a posteridade, a grande maioria morre com o indivíduo que a guarda. Mesmo as que sobrevivem têm que se sujeitar, de novo, ao devir do tempo, às catástrofes naturais e humanas, aos julgamentos de mentalidades e épocas e, por último, só têm a durabilidade da Terra, como compreende Álvaro de Campos no seu poema Tabacaria: “morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu”. O problema da memória é um problema uni versal, vivido no quotidiano por todos os homens e dela resultam as vi sões que têm de si próprios, do outro afectivo, do Homem da sua actualidade, do Homem do seu passado. A memória é assim a base para todo o tipo de conhecimento e, como tal, somos tentados a pensar que a memória é uma coisa que se tem. Mas de novo o conhecimento está ele próprio sujeito ao tempo e ao espaço, à flexibilidade das teses produzidas, à sua durabilidade.

Descrição

http://www.cham.fcsh.unl.pt/ext/files/varia/tese_teresa.pdf

Palavras-chave

História da Expansão Portuguesa História Social Nobreza Estado Português da India

Contexto Educativo

Citação

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