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Orientador(es)
Resumo(s)
(In)Focus: O labirinto como realidade paralela é uma história que nos revela um dia aparentemente comum de quatro jovens que decidem fazer uma sessão fotográfica num lugar inóspito a fim de reunir portfólio. O que parecia ser um dia normal vai atingir contornos enigmáticos subjugando as personagens a um espaço finito, um labirinto carregado de simbologias.
A ideia surgiu na sequência de uma reflexão pessoal quando estava a realizar uma sessão fotográfica num edifício abandonado. Nesse momento, lembro-me de ter observado a arquitetura e de ter achado a estrutura moribunda, degradada e com uma sentença de morte anunciada. Não conseguir ficar indiferente à beleza da construção e à relação estabelecida com a paisagem envolvente. Estava perante um património com a sua própria história, mas renegado ao esquecimento. Após algumas leituras sobre o estado de algumas ruínas em Portugal percebi que, na sua grande maioria, as estruturas abandonadas possuem uma espécie de aura . Ficou claro para mim que queria escrever uma história que envolvesse fotógrafos, modelos e suspense usando um dos vários edifícios em ruínas espalhados pelo nosso país.
O conceito ganhou forma quando pesquisei filmes dentro do género (suspense/terror) e cruzei os pontos de vista de realizadores que admiro com os meus. Ao estudar os filmes vi de certa forma materializados os pensamentos iniciais que me levaram a querer realizar uma curta-metragem de ficção.
O filme (In)Focus: O labirinto como realidade paralela apresenta várias analogias com o labirinto de Minotauro e recorre ao uso de simbologia variada que nos transporta para um universo místico associado a lendas e rituais ancestrais.
Descrição
Para consultar o anexo (filme ) desta dissertação deverá consultar a Biblioteca
Palavras-chave
Minotauro Fotografia Mitos Lendas Simbologia Ruínas de Portugal Pré-produção Produção Pós-produção Montagem Correção de cor Iluminação
