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Orientador(es)
Resumo(s)
O Realismo Neoclássico veio ultrapassar a convicção tradicional de uma política externa condicionada apenas por fatores internacionais. Defende, pois, que a política externa de um Estado resulta de uma relação bidirecional entre a esfera internacional e a esfera doméstica. Enquadrados nesta escola teórica, a presente dissertação debruça-se sobre as relações políticas e económicas entre Portugal e o Brasil, no período de 1991 a 2013. Procurou verificar-se, então, qual o peso do contexto externo e interno na evolução da relação luso-brasileira, desde a institucionalização da I Cimeira luso-Brasileira até à realização da XI Cimeira, em 2013.
O trabalho de investigação procurou saber se, no nível internacional, a pertença de Portugal à União Europeia e do Brasil ao Mercosul fomentou a aproximação política e económica entre os dois países, e no contexto interno, o grau de aproximação entre Portugal e o Brasil deriva das alterações governamentais em cada um dos países.
A investigação permitiu concluir que as relações luso-brasileiras estão predominantemente dependentes do contexto interno. Apesar disso, a relação entre os mecanismos de integração regional dos quais fazem parte, constitui um arco institucional com um elevado valor retórico na relação diplomática. Adicionalmente, a análise dos quatro indicadores de análise: Cimeiras Luso-Brasileiras; visitas oficiais; documentos de entendimento; e indicadores económicos, permitiu definir quatro fases das relações: 1991-1995; 1995-2002;2003-2005; 2006-2013
Descrição
Palavras-chave
Política externa portuguesa Política Externa Brasileira Relações Luso-Brasileiras Cimeiras Luso-Brasileiras
