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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
The present study explores the role of self-assessment (SA) in enhancing students’
awareness of their learning progress and identifying areas in need of improvement. It also
examines the challenges and benefits experienced by young learners and a primary school
English as a Foreign Language (EFL) teacher when regularly implementing selfassessment. This research, which was conducted with eight third-grade students at a
private school in Portugal over the course of three months, followed an action research
framework and used both quantitative and qualitative data collection methods, such as
self-assessment forms, questionnaires, interviews, and a teaching journal. Findings
suggest that while students initially resisted self-assessment, repeated exposure improved
their ability to reflect on their learning journey. Moreover, the use of rubrics in the selfassessment process proved to be remarkably useful in helping students assess their
performance and identify areas for growth. Implementing self-assessment in the EFL
primary classroom presented both challenges, such as the difficulty of allocating
sufficient time to integrate SA effectively, and benefits, including the ability to adjust
instruction based on students’ needs. This study contributes to the growing discourse on
self-assessment with young learners and reinforces its potential as a formative learning
tool. It also offers practical implications for EFL teachers by emphasizing the importance
of scaffolding, feedback, and adaptability in self-assessment practices.
O presente estudo explora o papel da autoavaliação no aumento da consciencialização dos alunos sobre o seu progresso de aprendizagem e na identificação de áreas que necessitam de melhorias. Examina também os desafios e benefícios experienciados pelas crianças e por uma professora de Inglês como Língua Estrangeira (ILE) no 1º ciclo do ensino básico ao implementar regularmente a autoavaliação. Esta investigação, realizada com oito alunos do terceiro ano de uma escola privada em Portugal ao longo de três meses, seguiu uma estrutura de investigação-ação e utilizou métodos de recolha de dados quantitativos e qualitativos, como formulários de autoavaliação, questionários, entrevistas e um diário de ensino. Os resultados sugerem que, embora os alunos tenham inicialmente resistido à autoavaliação, a exposição contínua melhorou a sua capacidade de refletir sobre o seu percurso de aprendizagem. Além disso, a utilização de rubricas no processo de autoavaliação revelou-se extremamente útil para ajudar os alunos a avaliar o seu desempenho e a identificar áreas para crescimento. A implementação da autoavaliação nas aulas de Inglês do 1º ciclo do ensino básico apresentou desafios, como a dificuldade de disponibilizar tempo suficiente para integrá-la de forma eficaz, e benefícios, incluindo a capacidade de ajustar a instrução com base nas necessidades dos alunos. Este estudo contribui para o crescente debate sobre a autoavaliação com crianças e reforça o seu potencial como uma ferramenta de aprendizagem formativa. Oferece também implicações práticas para professores de ILE, ao sublinhar a importância do scaffolding, do feedback e da adaptabilidade nas práticas de autoavaliação.
O presente estudo explora o papel da autoavaliação no aumento da consciencialização dos alunos sobre o seu progresso de aprendizagem e na identificação de áreas que necessitam de melhorias. Examina também os desafios e benefícios experienciados pelas crianças e por uma professora de Inglês como Língua Estrangeira (ILE) no 1º ciclo do ensino básico ao implementar regularmente a autoavaliação. Esta investigação, realizada com oito alunos do terceiro ano de uma escola privada em Portugal ao longo de três meses, seguiu uma estrutura de investigação-ação e utilizou métodos de recolha de dados quantitativos e qualitativos, como formulários de autoavaliação, questionários, entrevistas e um diário de ensino. Os resultados sugerem que, embora os alunos tenham inicialmente resistido à autoavaliação, a exposição contínua melhorou a sua capacidade de refletir sobre o seu percurso de aprendizagem. Além disso, a utilização de rubricas no processo de autoavaliação revelou-se extremamente útil para ajudar os alunos a avaliar o seu desempenho e a identificar áreas para crescimento. A implementação da autoavaliação nas aulas de Inglês do 1º ciclo do ensino básico apresentou desafios, como a dificuldade de disponibilizar tempo suficiente para integrá-la de forma eficaz, e benefícios, incluindo a capacidade de ajustar a instrução com base nas necessidades dos alunos. Este estudo contribui para o crescente debate sobre a autoavaliação com crianças e reforça o seu potencial como uma ferramenta de aprendizagem formativa. Oferece também implicações práticas para professores de ILE, ao sublinhar a importância do scaffolding, do feedback e da adaptabilidade nas práticas de autoavaliação.
Descrição
Palavras-chave
Self-assessment Autoavaliação Rubrics Rubricas Young Learners Crianças English as a Foreign Language Inglês como Língua Estrangeira Primary School 1º Ciclo do Ensino Básico
