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Bordado de Castelo Branco: Possibilidades de valorização no âmbito do Programa Novo Bauhaus Europeu

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A aceleração da conexão entre as diversas economias mundo1 estabeleceu o mercado atual, global e padronizado. Graças às transferências tecnológicas nas diversas fases da globalização, a partir do século XV, com os impérios ibéricos e os complexos coloniais posteriores, reduziram-se custos logísticos e de comunicação. Exponenciados pelo digital, o investimento externo a partir da II Guerra e as deslocalizações fora do Ocidente, onde hoje está boa parte do I&D e produção, criando as condições para a emergência de potencias revisionistas e exacerbando os problemas socioeconómicos ocidentais. Neste mercado, onde hábitos de vida e a gastronomia doutras geografias são apropriadas e naturalizadas por cadeias comerciais, apenas a singularidade possibilita a sobrevivência de formas culturais, essencial à manutenção da identidade e à coesão nacionais. Na base do relatório está o projeto da Número, visando o estudo das potencialidades do Novo Bauhaus Europeu. Pretende-se verificar a possibilidade de construção de uma marca nacional, tirando partido da interdependência e de regulamentações transnacionais, da defesa de registos, patentes e produções associadas a uma tradição e geografia especificas. E, se, num cenário global, é realista considerar que a valorização de produtos culturais, o investimento na formação e promoção, pode jogar, num plano nacional, a favor do fortalecimento do espírito de corpo, da coesão e do desenvolvimento regional, enquanto fortalece globalmente o prestígio de Portugal. Para esta análise, numa combinatória entre as abordagens de John J. Mearsheimer e Adrian Pabst, é relevante a interdependência e o conceito de soft power, de Joseph Nye Jr., para além dos contributos de Peter Frankopan, Jack Goody, e Alfred W. Crosby. Dadas as limitações de Portugal, no atual contexto geoestratégico, consideramos que uma abordagem que vise o fortalecimento da sua projeção cultural, alavancada pela recuperação de ligações históricas com territórios geograficamente diversos, regenerando e valorizando as mesmas, poderá ser uma forma profícua de afirmação e rentabilização de ativos, aditivada pela existência do programa Novo Bauhaus Europeu.

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Palavras-chave

Novo Bauhaus Europeu Património Globalização Hiper-globalização Interdependência Crafts Artesanato Realismo Soft power Regeneração

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