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A simetria visual e sonora do órgão ibérico terá o seu ponto culminante no conjunto de órgãos sêxtuplos da Real Basílica do Palácio de Mafra, erigidos pelos mestres organeiros António Xavier Machado e Cerveira e Joaquín Antonio Pérez Fontanes entre 1792 e 1807. O repertório poli-organístico mafrense era secundado por diretórios litúrgicos que reservavam a um maior grau de solenidade uma maior magnitude sonora, constituindo um dos pontos fulcrais do aparato ritual consagrador do poder régio.
Descrição
DL 57/2016/CP1453/CT0038
UIDB/00693/2020
UIDP/00693/2020
Palavras-chave
Arquitetura sonora António Xavier Machado e Cerveira, Joaquín Antonio Pérez Fontanes Órgãos sêxtuplos Real Basílica de Mafra
