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Formative assessment and lesson planning in communicative tasks

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This action research investigates the role of formative assessment in informing teaching before and after communicative tasks in primary school EFL lessons. Drawing on Nikolov and Timpe-Laghlin's (2020) concepts, the study explores how diagnostic information impacts classroom practices, emphasizing the importance of success criteria. The research develops self-assessment worksheets to guide pedagogical decisions and enhance student performance, aiming to support reflective teaching practices and effective lesson planning. The literature review is organized into thematic sections, beginning with the exploration of formative assessment's relevance to communication tasks in EFL primary education. It addresses implementation challenges and the potential of self-assessment to inform teaching practices. Drawing on definitions by Black and Wiliam (2009), it underscores formative assessment's benefits in creating dynamic, interactive learning environments. Conducted in a public primary school in Parede, near Lisbon, the study involved 26 fourth-year students and focused on oral communicative tasks in English lessons using formative and self-assessment methods. Data collection included self-assessment sheets, the teacher’s journal, and lesson plans, following Burns' (2010) action research framework. Nine oral communicative tasks were designed to engage students and inform teaching practices. The research reveals that iterative self-assessment influences subsequent self-assessment and informs teaching practices. The design and layout of self-assessment sheets significantly affect feedback quality, leading to enhancements like shifting from open-ended to multiple-choice questions. Incorporating peer feedback highlighted instructional improvement areas, such as pronunciation difficulties and task instructions clarity. This study underscores the importance of well-designed self-assessment tools in fostering student self-reflection, providing valuable insights for teachers, and promoting a responsive learning environment. It highlights the benefits and challenges of self-assessment, recommending further research on integrating peer-assessment to enhance formative assessment practices.
Esta pesquisa investiga o papel da avaliação formativa na orientação do ensino antes e depois de atividades comunicativas em aulas de EFL (Inglês como Língua Estrangeira) no ensino primário. Baseando-se nos conceitos de Nikolov e Timpe-Laghlin (2020), o estudo explora como as informações diagnósticas impactam as práticas de sala de aula, enfatizando a importância dos critérios de sucesso. A pesquisa desenvolve fichas de autoavaliação para guiar decisões pedagógicas e melhorar o desempenho dos alunos, visando apoiar práticas de ensino reflexivas e um planejamento de aula eficaz. A revisão da literatura está organizada em secções temáticas, começando com a exploração da relevância da avaliação formativa para atividades comunicativas no 1º ciclo da educação básica de Inglês como língua estrangeira (EFL). Aborda os desafios da implementação da avaliação formativa e o potencial da autoavaliação para informar as práticas de ensino. Baseando-se nas definições de Black e Wiliam (2009), destaca os benefícios da avaliação formativa na criação de ambientes de aprendizagem dinâmicos e interativos. Conduzido em uma escola primária pública em Parede, perto de Lisboa, o estudo envolveu 26 alunos do quarto ano e focou em tarefas comunicativas orais em aulas de Inglês como língua estrangeira usando métodos de avaliação formativa e autoavaliação. A coleta de dados incluiu fichas de autoavaliação, o diário do professor e planos de aula, seguindo o modelo de pesquisa de Burns (2010). Nove atividades comunicativas orais foram projetadas para envolver os alunos e informar as práticas de ensino. A pesquisa revela que a autoavaliação iterativa influencia a autoavaliação subsequente e informa as práticas de ensino. O design e a organização das fichas de autoavaliação afetam significativamente a qualidade do feedback, levando a melhorias como a mudança de questões abertas para perguntas de múltipla escolha. A incorporação de uma pequena secção de avaliação dos pares nas fichas de autoavaliação destacou áreas de melhoria instrucional, como dificuldades de pronúncia e clareza nas instruções das tarefas. Este estudo ressalta a importância de ferramentas de autoavaliação bem projetadas para fomentar a autorreflexão dos alunos, fornecer entendimentos valiosos para os professores e promover um ambiente de aprendizagem responsivo. Ele destaca os benefícios e desafios da autoavaliação, recomendando mais pesquisas sobre a integração da avaliação pelos pares para aprimorar as práticas de avaliação formativa.

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Palavras-chave

Avaliação formativa Autoavaliação Aprender a aprender Prática reflexiva Atividades de comunicação oral Formative assessment Self-assessment Learn to learn Reflexive teaching Oral communication tasks

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