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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O GUMO (Grupo Unido de Moçambique) formou-se no último quartel de 1973, enquanto associação cívica, com Máximo Dias enquanto presidente, e Joana Simião enquanto vice-presidente, tornando-se partido político após o 25 de Abril, e dissolveu-se em julho de 1974. Na fase final do Estado Novo, procurou afirmar-se como grupo de pressão sobre o governo para encontrar solução para a paz, enquadrando-se no discurso oficial e permitido da “autonomia progressiva”. No período de transição, e antes do Acordo de Lusaka, procura seguir a retórica de Spínola, e defender a realização de um referendo em vez da transferência imediata do poder para a FRELIMO. Tentando constituir-se como uma alternativa à política marxista e à estratégia de violência, como via reformista, pacífica e interna, o GUMO acaba por se extinguir. Segue-lhe a FRECOMO (Frente Comum de Moçambique) e mais tarde um partido de coligação (PCN) que agrupará os partidos políticos dissidentes/opositores da FRELIMO. A participação dos seus líderes nos eventos que seguem o 7 de setembro em Lourenço Marques resultará na prisão (e morte) de alguns dos seus membros, incluindo Joana Simião.
Descrição
Palavras-chave
Moçambique Descolonização Partido político Movimentos de libertação Colonialismo Estado Novo Terceira força
