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Orientador(es)
Resumo(s)
Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina ancora no espaço geográfico correspondente ao Baixo Alentejo, onde o coronel Bernardes manda construir uma piscina, sob a observação atenta do melro e o olhar angustiado do mocho. Este “cronovelema” remete para a fauna e a flora locais e para alguns ambientes rurais. À inclusão da narrativa diegética numa paisagem idílica subjaz, antiteticamente, uma crítica acerba ao comportamento dos portugueses. E, neste sentido, será fundamental invocar a construção da piscina e as repercussões que tal estrutura desencadeará na natureza. A incursão de Emanuel Elói num devaneio mental que o leva a viajar no tempo e no espaço até Tebas, cidade-arquétipo da civilização ocidental, serve para demonstrar uma ideia frequentemente reiterada nas obras de Mário de Carvalho: a de que, enquanto país, recebemos o legado de todas as culturas e povos que por aqui passaram.
Descrição
UIDB/00657/2020
UIDP/00657/2020
Palavras-chave
Baixo Alentejo Bucolismo Paisagem Literatura portuguesa Tebas Viagem tempo-espaço
