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Micro-estilha, uma alternativa ao uso de pellets em contexto industrial.

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Resumo(s)

A crise energética que se começou a fazer sentir na indústria portuguesa em final de 2021 e se agudizou ao longo de 2022, criou uma disrupção no mercado de pellets. O embargo aos combustíveis russos atingiu não só o gás natural e o petróleo bruto, mas também os seus derivados refinados, madeiras processadas e pellets de madeira. Associado à escassez dos combustíveis fósseis, a seca e a escassez de vento, reduziram brutalmente a produção elétrica a partir de fontes renováveis, introduzindo uma inflação nunca vista nos mercados energéticos grossistas por toda a Europa. O pellet sofreu assim, pela primeira vez na história, um brutal aumento de preço, juntamente com uma crise de oferta no mercado nacional, tradicionalmente abundante, o que levou muitas empresas a interrogarem-se sobre a viabilidade de continuar a usar pellets nas suas caldeiras e queimadores. Surgiu assim a necessidade de avaliar uma alternativa ao uso de pellets em escala industrial, sem gerar necessidades de alteração dos equipamentos de queima, silos e sistemas de transporte, mas que apresente um preço inferior e estável a medio-longo prazo. A micro-estilha apresenta-se como uma hipótese que cumpre esses requisitos. Em termos de granulometria e humidade relativa, mas este formato pode colocar alguns problemas ao funcionamento dos sistemas, já o facto de não exigir um processamento industrial tão intenso, reduz o input de energia e desgaste de equipamentos, permitindo proporcionar um produto final de elevada concentração energética, a um preço bastante mais reduzido do que o pellets. Importa assim fazer uma validação técnica, baseada numa análise laboratorial aos principais parâmetros com relevância no processo de combustão, nomeadamente com recurso ao macro TGA, de modo a obter conclusões sobre a viabilidade da utilização da micro-estilha em substituição do uso de pellets em queimadores industriais.
The energy crisis that began to be felt in the Portuguese industry at the end of 2021 and worsened throughout 2022, created a disruption in the pellets market. The embargo on consumed fuels is not only natural gas and crude oil, but also their organic derivatives, processed wood and wood pellets. Associated with the scarcity of fossil fuels, drought and lack of wind, they brutally reduced electrical production from renewable sources, introducing never-before-seen inflation in wholesale energy markets across Europe. Pellets thus suffered, for the first time in history, a brutal price increase, along with a supply crisis in the traditionally abundant national market, which led many companies to question their plans to continue using pellets in their boilers. and burners. Thus, the need arose to evaluate an alternative to the use of pellets on an industrial scale, without generating the need to change burning equipment, silos and transport systems, but which have a lower and stable price in the medium-long term. The microchip presents itself as a hypothesis that meets these requirements. In terms of granulometry and relative humidity, this format can pose some problems to the functioning of the systems, as the fact that it does not require such intense industrial processing reduces energy consumption and equipment wear, allowing a high concentration final product to be provided. energy, at a much more limited price than pellets. It is therefore important to carry out a technical validation, based on a laboratory analysis of the main parameters relevant to the combustion process, particularly using the TGA macro, in order to obtain explanations on the supervision of the use of microchips to replace the use of pellets in industrial burners.

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Micro-Estilha Pellets Queimadores Macro TGA Gaseificação Caldeiras

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