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Orientador(es)
Resumo(s)
Global concerns over rising CO2 levels driving climate change have led to initiatives like
the Paris Agreement and European Green Deal, supported by the EU and Portugal, urging ad-
vanced emission-reduction technologies. Various strategies are available for CO2 reduction,
such as adopting cleaner fuels and enhancing energy efficiency. However, some emissions,
particularly from primary processes, are challenging to eliminate entirely. This is where Carbon
Capture and Storage (CCS) technology becomes crucial. Much of Portugal's storage capacity
Is In offshore, increasing costs, prompting exploration of alternative CO2 utilization methods
like e-methanol production for marine, aviation, and road fuels.
This study focuses on assessing the costs and logistical aspects of transporting CO2 within
the glass, cement, and ceramic industries in the central and northern regions of Portugal. In
summary, the research identifies the most cost-effective transportation mode for various sce-
narios: for shorter distances, pipelines prove to be the most economical option (€1,82/tonCO2
at flowrates around 900 tons of CO2 per day); for moderate distances, either diesel
(€5,6/tonCO2 for flowrates between 240 and 3 000 tons of CO2 per day) or electric trucks
(€4,9/tonCO2 for flowrates between 240 and 3 000 tons of CO2 per day) are advantageous; and
for longer distances (up to 200 km), railways emerge as the optimal choice (€3,63/tonCO2 for
a flowrate of approximately 550 tons of CO2 per day). However, it's worth noting that the cost
of transporting CO2 from railway lines to the destination is not considered, which can some-
times be substantial due to the distance involved.
Understanding CO2 transport costs is crucial for e-methanol's economic sustainability.
Efficient transport lowers production costs, enhancing e-methanol's competitiveness, and ac-
celerating the transition to cleaner energy, reducing emissions.
As crescentes preocupações globais com o aumento dos níveis de CO2 que impulsionam as mudanças climáticas levaram a iniciativas como o Acordo de Paris e o Pacto Ecológico Europeu, apoiados pela União Europeia e Portugal, que incentivam o uso de tecnologias avançadas para a redução de emissões. Inúmeras soluções podem ser empregues para a redução de CO2, como a transição para combustíveis mais limpos e o aprimoramento da eficiência energética. No entanto, algumas emissões, especialmente as provenientes de reações primárias, são inevitáveis. É aqui que a tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS) se torna crucial. Em Portugal, grande parte da capacidade de armazenamento é offshore, o que aumenta os custos, incentivando a exploração de métodos alternativos para a utilização de CO2, como a produção de e-metanol para combustíveis marítimos, de aviação e rodoviários. Este trabalho visa estudar os custos e as condições de transporte de CO2 por pipeline, camião (diesel ou elétrico) e comboio nas indústrias de vidro, cimento e cerâmica nas regiões central e norte de Portugal. Em suma, foi possível determinar o modo de transporte mais adequado para cada cenário: para distâncias curtas, os pipelines apresentam a opção mais económica (1,82€/tonCO2 para fluxos em torno de 900 tonCO2/dia); para distâncias moderadas, tanto camiões a diesel (5,6€/tonCO2 para fluxos entre 240 e 3 000 tonCO2/dia) como elétricos (4,9€/tonCO2 para fluxos entre 240 e 3 000 tonCO2/dia) são preferíveis; e para distâncias mais longas (até 200 km), as ferrovias surgem como a seleção ideal (3,63€/tonCO2 para um fluxo de aproximadamente 550 tonCO2/dia), embora o custo de transporte entre as linhas ferroviárias até ao destino não seja considerado. Compreender os custos de transporte de CO2 é crucial para a sustentabilidade económica do e-metanol. Uma vez que, um transporte eficiente reduz os custos de produção, melhorando a competitividade do e-metanol e acelerando a transição energética, reduzindo as emissões.
As crescentes preocupações globais com o aumento dos níveis de CO2 que impulsionam as mudanças climáticas levaram a iniciativas como o Acordo de Paris e o Pacto Ecológico Europeu, apoiados pela União Europeia e Portugal, que incentivam o uso de tecnologias avançadas para a redução de emissões. Inúmeras soluções podem ser empregues para a redução de CO2, como a transição para combustíveis mais limpos e o aprimoramento da eficiência energética. No entanto, algumas emissões, especialmente as provenientes de reações primárias, são inevitáveis. É aqui que a tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS) se torna crucial. Em Portugal, grande parte da capacidade de armazenamento é offshore, o que aumenta os custos, incentivando a exploração de métodos alternativos para a utilização de CO2, como a produção de e-metanol para combustíveis marítimos, de aviação e rodoviários. Este trabalho visa estudar os custos e as condições de transporte de CO2 por pipeline, camião (diesel ou elétrico) e comboio nas indústrias de vidro, cimento e cerâmica nas regiões central e norte de Portugal. Em suma, foi possível determinar o modo de transporte mais adequado para cada cenário: para distâncias curtas, os pipelines apresentam a opção mais económica (1,82€/tonCO2 para fluxos em torno de 900 tonCO2/dia); para distâncias moderadas, tanto camiões a diesel (5,6€/tonCO2 para fluxos entre 240 e 3 000 tonCO2/dia) como elétricos (4,9€/tonCO2 para fluxos entre 240 e 3 000 tonCO2/dia) são preferíveis; e para distâncias mais longas (até 200 km), as ferrovias surgem como a seleção ideal (3,63€/tonCO2 para um fluxo de aproximadamente 550 tonCO2/dia), embora o custo de transporte entre as linhas ferroviárias até ao destino não seja considerado. Compreender os custos de transporte de CO2 é crucial para a sustentabilidade económica do e-metanol. Uma vez que, um transporte eficiente reduz os custos de produção, melhorando a competitividade do e-metanol e acelerando a transição energética, reduzindo as emissões.
Descrição
Palavras-chave
Carbon Capture and Utilization Capital Expenditures Operational Expenditures
